Ciência e Tecnologia

Como o sistema nervoso controla o comportamento alimentar de forma que, tempos depois de ingerir um determinado alimento – geralmente calórico –, o gosto, o cheiro e as sensações despertadas levam a querer consumi-lo novamente? Essa questão intrigou o pesquisador brasileiro Ivan de Araujo, professor associado dos departamentos de Psiquiatria e Fisiologia Celular e Molecular da Yale School of Medicine, nos Estados Unidos.

As frutas conhecidas como bacupari-mirim, araçá-piranga, cereja-do-rio-grande, grumixama e ubajaí ainda não ganharam fama, nem espaço nos supermercados. Se depender de suas propriedades bioativas, em questão de tempo elas poderão estar não só disputando espaço nas gôndolas como ganhando posição no ranking dos alimentos da moda.

A empresa criada pelos alunos, visa no fornecimento de um serviço (aplicativo) capaz de identificar em tempo real a fibrilação atrial, fornecer um histórico completo sobre a saúde cardíaca dos usuários e permitir um acompanhamento remoto pelo cliente. Com isso, possibilita-se que o cliente possa tomar uma decisão caso alguma irregularidade ocorra e consequentemente ter uma redução nos custos com procedimentos cardíacos.

energia solareO Centro Politécnico da UFPR, em Curitiba, abrigará a maior usina solar do Paraná. A instalação da usina é parte de um conjunto de projetos que também inclui a troca de mais de 50 mil lâmpadas em vários campi da universidade e  ações de monitoramento do consumo de energia.

As populações americanas de um dos principais parasitas causadores da malária, Plasmodium vivax, são tão diversas geneticamente quanto as encontradas no Sudeste Asiático, onde a transmissão da malária é muito mais intensa. Como o plasmódio humano mais comum, o Plasmodium falciparum, apresenta baixa diversidade genética nas Américas quando comparado com outras regiões, achava-se que o mesmo ocorreria com o P. vivax.

Analisando o ramo de energia eólica, alunos do curso de Engenharia Mecânica do último ano do Instituto Mauá de Tecnologia desenvolveram uma metodologia inovadora em consultoria em energia eólica, voltada para a seleção e criação de um ranking das melhores turbinas para determinados clientes e locais de instalação.

grafene molecolaGrafeno: Como um material que não deveria existir levou ao prêmio Nobel?” será o tema do próximo encontro do Papos de Física, no dia 5 de outubro de 2017, entre 19h30 e 21 horas, no Tubaína Bar (rua Haddock Lobo, 74, Cerqueira César, São Paulo). O professor Alexandre Reily Rocha, do Instituto de Física Teórica (IFT) da Unesp, irá responder algumas questões sobre o grafeno: Como ele foi descoberto?

Pesquisadores do Brasil e do Texas começaram a testar em humanos uma nova estratégia para aumentar a eficácia da anestesia tópica odontológica. Trata-se de um pequeno dispositivo contendo 57 microagulhas que, ao ser colocado na gengiva, na bochecha ou em qualquer outro local da boca a ser anestesiado, cria pequenos furos pelos quais substâncias anestésicas como a lidocaína penetram – alcançando regiões um pouco mais profundas da mucosa oral.

mandiocaO aumento da temperatura global nas próximas décadas, relacionado às mudanças climáticas, poderá dificultar o crescimento do trigo em muitas regiões de clima temperado onde o cereal é cultivado hoje. Dessa forma, a matéria-prima de um dos alimentos mais consumidos no mundo – o pão – poderá tornar-se mais cara e escassa. Uma cultura agrícola com potencial de substituir parcialmente a farinha de trigo na composição do pão em países da América Latina e da África, por exemplo, é a fécula de mandioca.

Pesquisadores participantes da colaboração Pierre Auger – o maior observatório do mundo dedicado ao estudo e à detecção de raios cósmicos, localizado na província de Mendoza, na Argentina – descobriram que, acima de um determinado nível de energia, essas partículas, que são as mais energéticas da natureza e atingem constantemente a atmosfera terrestre, têm origem extragaláctica.

O Centro de Terapia Celular da USP, em parceria com o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP, realizará o seminário "Terapia Celular no diabete melito: onde estamos?", no dia 25 de setembro, a partir das 10 horas. Ministrado pela professora Maria Carolina de Oliveira Rodrigues (Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP) e pelo endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri,