Os programas de formação científica recebem apoio do Ministério das Relações Internacionais e do MEC, e os estudantes passam dois meses em laboratórios de Instituições Federais de Ensino Superior do Brasil e podem obter passagens, hospedagem, alimentação e bolsa. Toda gestão do projeto é realizado pela Sinter, que já está a espera de mais alunos de Angola e Moçambique em janeiro de 2010.
Foto: Carolina Dantas

O diretor do Departamento de Cooperação Acadêmica da Secretaria de Relações Institucionais e Internacionais (Decad/Sinter), professor Paulo Emílio Lovato, ressalta a importância dos intercâmbios “por diferença”. “É interessante para o aluno aprender algo em outra universidade que não aprenderia no Brasil ou na universidade que ele já está. Hoje, é um diferencial”.
Mais informações: www.sinter.ufsc.br
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