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Um dos maiores símbolos das consequências do aquecimento global, o urso polar pode não estar com seus dias contados. Incluído nas listas das espécies ameaçadas de extinção, por conta do declínio constante de seu hábitat gelado devido às mudanças climáticas, o animal poderá ser salvo, caso haja queda na emissão de gases que provocam o efeito estufa. A conclusão é de um estudo feito nos Estados Unidos e que está na capa da edição desta quinta-feira (16/12) da revista Nature. Segundo a análise, se o homem reduzir as emissões de gases estufa significativamente nas próximas duas décadas, gelo suficiente permanecerá intacto no Ártico entre o fim do verão e início do outuno para garantir a permanência do urso polar.
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Um dos metais mais raros na Terra pode ser uma excelente opção para a produção de memórias cada vez mais rápidas para computadores e dispositivos eletrônicos, segundo estudo feito por um grupo de cientistas de Taiwan. Trata-se do irídio, o elemento químico de número atômico 77, um metal de transição muito resistente à corrosão. É empregado em ligas de alta resistência que podem suportar elevadas temperaturas. Pouco abundante, é encontrado na natureza associado ao ósmio e à platina. “Ao inserirmos nanocristais de irídio na porta flutuante, uma parte crítica da memória flash, verificamos excelente capacidade de funcionamento bem como estabilidade nas temperaturas elevadas usadas no processamento de tais dispositivos semicondutores”, disse Wen-Shou Tseng, do Instituto de Pesquisa em Tecnologia Industrial de Taiwan, um dos autores do estudo.
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Pesquisadores do Instituto de Química (IQ) da Unicamp desenvolveram um meio mais eficiente para produzir a substância atorvastatina, princípio ativo do medicamento mais vendido no mundo, empregado para reduzir os níveis de colesterol. Com a descoberta, o Brasil abre perspectivas para produzir um genérico do medicamento, cujo nome comercial é Lipitor®, fabricado pelo laboratório Pfizer e cuja patente está expirando. A pesquisa foi coordenada pelo professor Luiz Carlos Dias, com a participação do pós-doutorando Adriano Siqueira Vieira, no âmbito do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Fármacos e Medicamentos (INCT-Inofar), ligado ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia (MTC).
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Um grupo de pesquisadores do Centro em Ciência da Saúde na Universidade do Texas, nos Estados Unidos, conseguiu restaurar a memória e a capacidade de aprendizagem em um modelo animal da doença de Alzheimer. No estudo, a recuperação foi verificada em camundongos que tiveram aumentada a quantidade de uma proteína chamada CBP. Segundo os autores, trata-se da primeira demonstração de que a CBP, que libera a produção de outras proteínas essenciais para a formação de memórias, pode reverter consequências da doença hoje incurável. Os resultados da pesquisa serão publicados esta semana no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences.
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Um dossiê inteiramente dedicado à biotecnologia é o destaque da 70ª edição da revista Estudos Avançados, lançada na última semana. Os textos já estão acessíveis em formato digital na biblioteca eletrônica SciELO (FAPESP/Bireme). A publicação do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP) aborda as principais conquistas e perspectivas da área em um conjunto de nove ensaios que discutem, sob diversos aspectos, o amplo espectro de aplicações da biotecnologia. De acordo com o editor da Estudos Avançados, Alfredo Bosi, a biotecnologia é “uma das mais admiráveis conquistas da ciência contemporânea” e o interesse pelos estudos publicados no dossiê não se limita à comunidade científica.
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Determinar a idade das estrelas que se encontram no centro das nebulosas planetárias é um problema complexo para os astrônomos. Até agora não existe um método que possa ser aplicado de forma generalizada para fazer esses cálculos. Depois de desenvolver e aplicar três diferentes métodos para calcular a idade dessas estrelas, um grupo de cientistas da Universidade de São Paulo (USP) descobriu que elas podem ser mais jovens do que se imaginava. Acreditava-se que a média de idade seria de 5 bilhões de anos, mas, na amostra estudada, a maioria das estrelas é mais nova. Os primeiros resultados do estudo foram publicados no início de 2010 na revista Astronomy and Astrophysics e um novo artigo será lançado no início de 2011.