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Nos modelos climáticos globais divulgados no mais recente relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), divulgado em 2007, o Pantanal e o Cerrado são retratados como se fossem savanas africanas. Já fenômenos como as queimadas, que podem intensificar o efeito estufa e mudar as características de chuvas e nuvens de uma determinada região, por exemplo, não são caracterizados por não serem considerados relevantes para os países que elaboraram os modelos numéricos utilizados. Para dispor de um modelo capaz de gerar cenários de mudanças climáticas com perspectiva brasileira, pesquisadores de diversas instituições, integrantes do Programa FAPESP de Pesquisa em Mudanças Climáticas Globais, da Rede Brasileira de Pesquisa em Mudanças Climáticas Globais (Rede Clima) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia sobre Mudanças Climáticas (INCT-MC), estão desenvolvendo o Modelo Brasileiro do Sistema Climático Global (MBSCG.
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Um experimento realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) com modelos genéticos traz novos indícios de que a doença de Parkinson pode ter origem periférica, no sistema nervoso autônomo – isto é, na parte do sistema nervoso situada nos diversos órgãos do indivíduo – e não exclusivamente no cérebro, como acredita a maior parte dos neurologistas e neurocientistas. De acordo com o coordenador do estudo, Antonio Augusto Coppi, esteorologista e professor associado do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP, a identificação de uma nova rota de origem do Parkinson é um passo importante para que os cientistas possam, no futuro, desenvolver uma técnica de diagnóstico precoce.
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Cientistas do Instituto de Pesquisa Scripps, na Flórida (Estados Unidos), identificaram uma via cerebral que regula a vulnerabilidade dos indivíduos às propriedades da nicotina que causam dependência. A descoberta sugere um novo alvo para terapias contra o tabagismo. A pesquisa teve seus resultados publicados na edição on-line da revista Nature neste domingo (30/1). O trabalho examinou os efeitos de parte de um receptor – uma proteína à qual se ligam determinadas moléculas sinalizadoras – que responde à nicotina no cérebro. Os pesquisadores descobriram que os modelos animais com uma mutação genética que inibe essa subunidade do receptor consumiram muito mais nicotina do que o normal. Este efeito pode ser revertido com o aumento da expressão da mesma subunidade.
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O próton, uma das partículas elementares, pode ser ainda menor do que se pensava. Uma comissão internacional havia determinado que o raio (ou raio de carga) do próton era de 0,8768 x 10-15 metros (m). Agora físicos da Alemanha, Croácia, França e Eslovênia, depois de fazerem 1.400 medições no acelerador de partículas do Instituto de Física Nuclear da Universidade de Mainz, Alemanha, concluíram que o raio de carga do próton pode variar de 0,879 a 0,777 x 10-15 m (Physical Review Letters, 10 de dezembro).
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Uma bola de fogo que desce do céu rapidamente, gerando um estrondo no ar, é o primeiro sinal. Depois, vem a descoberta de fragmentos de uma pedra diferente: na parte externa, negra e com sulcos, devido à queima durante a passagem atmosférica; e no interior, com aspecto semelhante ao concreto ou prateada devido à presença de ferro e níquel. Essas características indicam a queda de um meteorito. Trocando em miúdos, os meteoritos são meteoróides (fragmentos de asteróides, planetas e até cometas) que giram como os planetas em órbita solar nas proximidades da órbita terrestre, colidindo frequentemente com a Terra quando cruzam um ponto da órbita no mesmo instante que ela.
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Um grupo de astrônomos identificou, com a ajuda do Hubble, uma possível galáxia que, se for confirmada, é a mais antiga de que se tem notícia. A descoberta está em artigo publicado nesta quinta-feira (27/1) na revista Nature. A galáxia está a cerca de 13,2 bilhões de anos-luz da Terra, o que implica que foi formada em um momento em que o Universo tinha apenas 480 milhões de anos, ou 4% de sua idade atual. Mesmo em fim de carreira – com o seu sucessor, o James Webb previsto para entrar em operação em 2015 –, o Hubble, que entrou em operação em 1980, continua fornecendo contribuições extremamente valiosas para o estudo do espaço. A instalação em 2009 de novos equipamentos no telescópio espacial deu nova vida ao equipamento. A nova descoberta foi possível graças a um desses novos dispositivos, a Câmera de Campo Amplo 3 (WFC3).
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Professor de física da Universidade da Califórnia em San Diego e codiretor do Centro para Física Biológica Teórica (CTBP) – um dos dez centros de excelência em física criados pela National Science Foundation, José Nelson Onuchic lidera um grupo de pesquisa que se dedica a uma nova área de fronteira, a física biológica. A nova área consiste no desenvolvimento e utilização de métodos modernos de física teórica para tentar solucionar fenômenos biológicos complexos. Onuchic esteve no Brasil para participar como professor convidado da Escola São Paulo de Ciência Avançada – New Developments in the field of synchrotron radiation, no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), em Campinas (SP), que terminou no dia 25. Na ocasião, ministrou aulas sobre alguns dos fenômenos biológicos que pesquisa.