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Eric Nepomuceno - Nunca perguntei a Darcy Ribeiro se ele costumava cochilar, mas posso assegurar que não. Mesmo breves, seus sonhos seriam profundos. Porque profundos e infinitos em sua ousadia foram seus sonhos. E não se sonha grande com cochilos leves. Darcy não sonhou pequeno, nunca. E também não se limitou a sonhar um mundo melhor, mais justo e possível. Não ficou nos sonhos, jamais. Foi à vida, foi ao mundo, para torná-los realidade. Conseguiu, algumas vezes. Fracassou em outras. Disse, muitas e muitas vezes, que sentia orgulho de ter sido derrotado lutando pelo que lutou, do que jamais conseguiria sentir se estivesse ao lado dos vencedores. Nunca perguntei a Darcy se ele gostava de contas redondas. Volta e meia penso nisso, quando recordo que por poucos meses ele não chegou aos 75 anos de idade. Nasceu em outubro, morreu em fevereiro.
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O gênero terror do cinema brasileiro estará em destaque no dia 11 de janeiro no Centro de Investigação em Artes e Comunicação (CIAC) da Universidade do Algarve, na cidade de Faro, em Portugal. Quem levará para lá o conhecimento a respeito do tema é a professora Laura Cañepa, do Mestrado em Comunicação da Universidade Anhembi Morumbi com a palestra “As imagens do horror no cinema brasileiro”. O conteúdo que será apresentado é baseado na tese de doutorado da professora Laura Cañepa, defendida na Unicamp, e a iniciativa do encontro faz parte de um acordo de cooperação internacional entre o Mestrado em Comunicação da Universidade Anhembi Morumbi, no Brasil, e a Universidade do Algarve, em Portugal.
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