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Notícias do Campus
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Criatividade, originalidade, rigor, impacto, contribuição nacional e internacional, foram as características desenvolvidas pela NanoAventura, um projeto do Museu Exploratório de Ciências-Unicamp, no biênio 2007/2008, para a obtenção do prêmio de Melhor Projeto de Popularização da Ciência e da Tecnologia da América Latina e Caribe,
durante a XI Reunião da Red-Pop, realizada em Montevidéu, entre os dias 26 e 29 de maio. Disputando com o museu Parque Explora Medellín, da Colômbia, o Museu da Unicamp garantiu ainda, a inédita oportunidade de sediar a reunião em 2011.
 
Trata-se do maior reconhecimento latino-americano a um determinado centro ou instituição, que estejam voltados para a disseminação da Ciência e da Tecnologia e da sua popularização como um todo. “é uma forma concreta de reconhecer o impulso que a NanoAventura representou para o Museu, a partir do trabalho criativo, de uma grande equipe engajada. Um projeto que cresceu e que passou a atender milhares de jovens anualmente”, disse Adriana Vitorino, diretora educacional do Museu, presente no evento de premiação.
 
Desenvolvida por uma equipe de pesquisadores da Unicamp e do Laboratório Nacional de Luz Síncontron (LNS), em parceria com o Instituto Sangari, a NanoAventura trabalha de forma lúdica e interativa, através de diversas mídias, o mundo da nanociência e da nanotecnologia. Do lançamento, em março 2005, até maio deste ano, a exposição já recebeu mais de 30 000 pessoas, principalmente, professores e estudantes da rede pública de ensino. Entre 2007 e 2008, o patrocínio da Pfizer Brasil permitiu o acesso de 8147 estudantes de escolas públicas e instituições não-governamentais. Somente na Região Metropolitana de Campinas (RMC), oito cidades foram beneficiadas. Recentemente, uma versão do projeto foi alocada no Espaço Catavento, em São Paulo.
 
“É um grande passo para efetiva consolidação do Museu como instituição museológica de Educação Não Formal para divulgação de C&T e que tem como missão proporcionar o acesso e inclusão social não só na comunidade universitária e região Metropolitana de Campinas, mas sim para todo o Brasil”, comentou Marilisa de Melo Freire Rossilho, agente de comunicação do Museu e que esteve em Montevidéu. Criada em novembro de 1990, no Rio de Janeiro, durante a reunião da UNESCO para Ciência, Tecnologia e Sociedade, a Red-Pop nasce com o objetivo de estabelecer, por meio de uma sólida rede de contatos, o fortalecimento, o intercâmbio e a cooperação mútua, entre centros e programas de popularização e divulgação do conhecimento científico e tecnológico. Atualmente, a organização possui mais de quarenta membros, de onze países da América Latina e do Caribe, que se reúnem a cada dois anos, para discutir e aprovar ações mútuas que beneficiarão a difusão dos projetos, por elas, desenvolvidos.

Museu Exploratório de Ciências 
Universidade Estadual de Campinas