O empreendimento visa apresentar os estudos e análises para desenvolvimento e comercialização do T-Aula, um Software para a Educação a Distância na Televisão Digital. O T-Aula irá possibilitar o recebimento de aulas em cursos à distância por meio da TV Digital com recursos de interatividade em TV's e em dispositivos móveis e vai ser compatível com softwares livres desenvolvidos para viabilizar a Educação a distância, como o "Amadeus", por exemplo.
Em 2008, foi vencedora da Regional norte, Nordeste e Centro-Oeste do Prêmio Santander de Empreendedorismo com o T-Curso sendo considerada destaque na área de TV Digital como noticiado pela Agência Sebrae de Notícia. Em 2009 conquistou o Prime, com o projeto “Reciclagem de Software”, um serviço de consultoria que avalia a estrutura de TI existente na empresa e propõe a reestruturação com foco nos conceitos de reciclagem, evitando desperdício do investimento já realizado em TI ao viabilizar a integração dos sistemas, diminuindo, assim, o retrabalho e facilitando a comunicação entre os sistemas.
Sobre o projeto
Fabiana Toledo acompanhou todo o processo de implantação da TV Digital no Brasil, através das várias pesquisas que realizou no Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD) no Mestrado em Modelagem Computacional do Conhecimento.
Motivada pelos estudos que desenvolveu no Mestrado e observando que um dos motivos para a escolha do SBTVD foi a possibilidade de inclusão social por meio da educação, Fabiana idealizou em 2008 o T-Curso, que propõe a educação a distância por meio da televisão digital, e com ele venceu a Etapa Regional, ou seja, melhor projeto das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
Após a veiculação do projeto como vencedor, várias entidades de ensino a procuraram para saber mais sobre o T-Curso. “Foi quando observei que o projeto poderia ser mais aberto e propor a integração com os recursos de Educação a distância existentes atualmente no país. Assim surgiu o T-Aula que foca em EAD (Educação a Distância) na Televisão Digital com recursos de Interatividade e em dispositivos móveis, porém com a capacidade de se integrar às plataformas já existentes de EAD, a fim de ser mais uma ferramenta de apoio, visando a convergência tecnológica e não uma troca de tecnologias em prol da Educação a Distância”, explica Fabiana Toledo.
Assessoria de Comunicação/Ufal



