Durante o procedimento do descarte – realizado em um espaço atrás da Biblioteca Central do Gragoatá (BCG) –, dois funcionários de uma empresa contratada pela Ampla recolhem as lâmpadas e as colocam em um triturador. Este triturador joga o material destruído dentro de um tambor no qual vidro e mercúrio são separados. Dali, essas substâncias são destinadas para a reciclagem com a produção de novas lâmpadas.
De acordo com o superintendente de Arquitetura, Engenharia e Patrimônio, professor Mario Ronconi, foram recolhidas lâmpadas queimadas de todos os campi da UFF, além das unidades isoladas. Ronconi afirmou que esta é a primeira vez que a destruição das lâmpadas é feita dentro da própria UFF. Antes, o descarte era feito por meio do envio das lâmpadas para uma empresa especializada, com sede em São Paulo. Segundo o superintendente, com a destruição das lâmpadas sendo feita dentro da universidade, os riscos de acidentes diminuem.
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Agência UFF de Notícias



