Tornou-se reitor da UnB, em 1976, por indicação da ditadura militar. Capitão da Marinha, reprimiu duramente manifestações de alunos e de professores. Em 1977, ordenou três invasões de policiais militares à universidade, com a prisão de estudantes. Em 1983, ameaçou demitir o então presidente da ADUnB, professor Volnei Garrafa. A justificativa era que Volnei começara suas férias um dia antes do previsto.
Ficou na universidade por nove anos, até 1985, quando Cristovam Buarque foi eleito reitor. Em 1989, coordenou a Secretaria-Geral do Ministério do Desenvolvimento da Indústria e do Comércio (atual Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior). Nos últimos anos, publicou diversos artigos em jornais. Era um crítico da teoria que prega o aquecimento global. "Não há prova científica de que o CO2 - dióxido de carbono- seja responsável por variações da temperatura da Terra, cujo aumento sempre antecedeu o do CO2, mas não o contrário", disse em uma palestra na sede da OAB do Rio de Janeiro. "Adotar as metas do IPCC imporá desastres econômicos às nações em desenvolvimento; as pobres serão as mais prejudicadas".
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