O trabalho enviado pela docente investiga os benefícios ou não do uso do computador na construção de indivíduos moralmente autônomos. A pesquisadora observou o comportamento de doze crianças, metade de cada sexo, com faixa etária entre sete e quatorze anos e comparou as crianças que utilizam jogos virtuais com as que jogam os reais e as que ouvem histórias de julgamento moral contadas presencialmente com as que escutam na internet.
A análise dos resultados permitiu a conclusão de que as crianças, ao jogarem e se relacionarem através do computador, têm o desenvolvimento da sua autonomia mais limitado do que quando jogam e convivem com os pares reais.
Assessoria de Comunicação Social - UEMS



