A ultrassonografia endobrônquica (Ebus, da sigla em inglês) é capaz de evitar cirurgias exploratórias, utilizadas no diagnóstico de doenças do pulmão, sistema linfático e demais estruturas da região. Reduz, dessa forma, riscos humanos e custos hospitalares próprios de um procedimento cirúrgico.
Armin Ernst, médico especialista em pneumologia intervencionista e médico da Harvard Medical School, dos Estados Unidos, realizou demonstração da técnica a médicos brasileiros, ao lado de especialistas do Incor, na sexta-feira (19).
Os resultados da aplicação da tecnologia nos Estados Unidos e na Europa mostram que a Ebus é um exame rápido e menos invasivo, portanto, com número menor de complicações decorrentes do procedimento. Isso porque a ultrassonografia endobrônquica tem uma inovação que nenhum outro exame de diagnóstico por imagem possui: a de propiciar a coleta de material biológico para biópsia da doença sem a necessidade de abrir o tórax. A punção com a agulha, nesse caso, é guiada pela própria imagem do ultrassom.
Assessoria de Imprensa da USP com informações da Assessoria de Imprensa do Incor



